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Vacinas para gatos: quais são e quando devo dar?

vacinas para gatos

Quando o assunto é proteger a saúde do seu amigo de quatro patas, um tema se torna muito importante: a vacinação. As vacinas para gatos protegem contra doenças perigosas e, muitas vezes, fatais.

Mas, qual vacina meu gato deve tomar? Quando começar a vacinação? As vacinas provocam efeitos colaterais? Tiramos essa e outras dúvidas no decorrer do blog da buddy.vet. Vamos lá?

Vacinas para gatos: qual devo dar?

Vacina Polivalente (V3, V4 e V5)

A vacina polivalente é a primeira imunização que o seu gato deve receber. Ela é a maneira mais eficaz de proteger o pet contra uma série de doenças graves.

Apesar de ser chamada de vacina polivalente, essa imunização conta com três versões do mesmo produto: V3, V4 e V5.

Agora, se você está se perguntando se existe uma diferença entre elas, a resposta é sim. A vacina V3 protege o gato contra três doenças, a vacina V4 imuniza contra quatro, e a V5, mais completa, protege contra cinco.

Ficou com dúvida? Explicamos a seguir!

Vacina V3 para gatos

A vacina tríplice (V3) felina protege contra:

  • rinotraqueíte felina;
  • calicivirose felina;
  • panleucopenia felina.

Essas são doenças que afetam o sistema respiratório, digestivo e sanguíneo do peludo. 

Vacina v4 para gatos

A vacina quádrupla (V4) tem os mesmos benefícios da V3, no entanto, ela faz também a proteção contra a clamidiose, uma doença infecciosa que atinge os olhos dos animais.

É importante saber que a clamidiose é considerada uma zoonose. Ou seja, uma doença que pode ser transmitida para os seres humanos, provocada pela bactéria Chlamydia psittaci.

Vacina v5 para gatos

A vacina quíntupla (V5) felina é a versão mais completa da polivalente.

Essa vacina para gatos protege contra as mesmas doenças que a V3 e V4, além de imunizar contra a FELV, a leucemia felina, causada por um vírus.

Quando devo começar a vacinação?

Os filhotes podem tomar a primeira dose da vacina a partir de seis semanas de vida, e devem receber mais duas doses, com intervalos de 21 dias entre as aplicações.

Vacina Antirrábica para gatos

A vacina antirrábica — ou vacina contra raiva — é a única forma de proteger seu gato contra uma das doenças mais letais: a raiva.

Ela é causada por um vírus que gera uma uma encefalite aguda (inflamação cerebral).

Geralmente, o quadro do animal infectado evolui muito rápido, o que leva ao óbito em praticamente 100% dos casos, em poucos dias.

Assim como a clamidiose, a raiva também é considerada uma zoonose, podendo ser transmitida aos seres humanos por meio da mordida, arranhão e até mesmo lambida. 

Tudo isso significa que ela é uma das vacinas para gatos mais importantes, que não pode  faltar na carteirinha do seu amigo.

Quando devo dar a vacina contra raiva para o meu gato?

O gato pode tomar a primeira dose da vacina após os 4 meses de vida. Geralmente, a imunização é indicada após a última dose da vacina polivalente. 

A vacina contra raiva é obrigatória por lei em todo território nacional.

Quando fazer o reforço das vacinas para gatos?

Já deu as primeiras vacinas para o seu gatinho? É necessário tomar reforços anuais!

Esteja atento às datas no cartão de vacinação e siga as orientações do veterinário. O reforço anual é essencial para estender a eficácia das imunizações. Aplicando o reforço das vacinas, seu pet estará sempre com os anticorpos que atuam no combate de possíveis infecções.

Veja também: 6 principais vacinas para cachorro filhote

Reação das vacinas para gatos

O seu gato pode não apresentar nenhuma reação. No entanto, é possível que sim, mas não há necessidade de pânico, é normal e costuma passar rapidamente.

Os sintomas ocorrem apenas porque o organismo do gato está se adaptando aos componentes presentes na imunização. Nestes casos, é possível que ele apresente:

  • Sensibilidade no local da aplicação;
  • Febre baixa;
  • Sonolência;
  • Isolamento;
  • Mal-estar;
  • Falta de apetite.

Porém, é preciso ficar atento às reações incomuns e procurar o veterinário responsável pela aplicação caso o seu peludo apresentar: 

  • Edema (inchaço) de face e pescoço;
  • Salivação excessiva;
  • Dificuldade para respirar;
  • Diarreia;
  • Vômitos;
  • Tremores;
  • Convulsões.

Apesar de parecer assustador, especialmente quando o gato é filhote, lembre-se: é muito mais sensato protegê-lo de doenças do que poupá-lo destes sintomas.

Confira também: Deseja adotar mais um pet?

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