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Vacina contra raiva: quando meu cachorro deve tomar?

A vacina contra a raiva é a única e mais eficaz maneira de proteger o seu cachorro contra uma das doenças mais letais em mamíferos.

Mas, afinal, quando devo levar meu pet para tomar a vacina antirrábica? Ela é obrigatória? Essas e outras dúvidas são respondidas ao longo do blog da buddy.vet. Confira!

O que é a raiva e como é transmitida?

A raiva é uma antropozoonose — doença primária de animais que pode ser transmitida aos humanos — causada pelo vírus Lyssavirus, da família Rabhdoviridae, que atinge mamíferos como cachorros, gatos, morcegos, cavalos, entre outros.

A doença é caracterizada por uma encefalite aguda (inflamação cerebral) que evolui rapidamente e que leva os pacientes infectados ao óbito em praticamente 100% dos casos.

Um cachorro pode pegar raiva de duas maneiras: direta ou indiretamente. Na maioria dos casos, o cachorro contrai o vírus da raiva de maneira direta, através da mordida ou de arranhão de um animal infectado — pode ser outro cão, um morcego ou um gato, por exemplo.

No entanto, outra maneira de contrair raiva é através da contaminação indireta, lambendo ou mordendo um objeto contaminado pela saliva ou sangue de um animal infectado.

Quando dar a vacina contra raiva raiva para seu pet?

A vacina contra a raiva é a única maneira de prevenir contra a infecção do vírus.

O ideal é que o cachorro tome a primeira dose da vacina contra a raiva bem cedo, a partir dos quatro meses de vida – antes disso ela não é eficaz. É preciso fazer o reforço anual da imunização, conforme orientação veterinária.

Lembrando que se você tem um gato, a imunização deve ser feita da mesma forma.

Qual vacina é usada?

A vacina usada contra a raiva é a vacina antirrábica. Não existe outra forma de prevenir a doença capaz de infectar cães e outros mamíferos.

Como saber se o cão está com raiva?

Num primeiro momento, o cachorro infectado pela raiva pode apresentar mudanças repentinas de comportamento, como buscar se esconder em locais com pouca iluminação e agitação inusitada, por exemplo.

Conforme o quadro evolui, os sintomas podem se intensificar e o peludo apresenta sinais acentuados de excitação. Eles incluem:

  • Agressividade;
  • Ansiedade;
  • Salivação excessiva;
  • Medo;
  • Dificuldade de engolir;
  • Mordedura (objetos, outros animais e humanos);
  • Lambedura;
  • Desorientação;
  • Convulsão;
  • Espasmos;
  • Febre.

A raiva tem evolução muito rápida. O cachorro também pode apresentar paralisia e falta de coordenação motora, dificilmente sobrevivendo.

Reações da vacina contra raiva em cães

Existem cachorros que não apresentam nenhuma reação após a vacina contra a raiva. No entanto, a manifestação de sintomas é possível, mas não há necessidade de pânico. Ele pode apresentar:

  • Febre baixa;
  • Sonolência;
  • Isolamento;
  • Sensibilidade no local da aplicação;
  • Falta de apetite;
  • Sede em excesso.

Esses sintomas ocorrem porque o organismo do cão está se adaptando aos componentes presentes na imunização.

No entanto, se você observar que os sintomas persistem por mais de 24 horas, ou caso o seu peludo apresente sintomas mais preocupantes como tremores, salivação excessiva, vômitos e convulsões, o ideal é entrar em contato com o veterinário que aplicou a vacina imediatamente.

Geralmente, os cães filhotes apresentam uma maior taxa de reação à vacinas em geral.

Lembre-se: apesar de parecer assustador, especialmente quando o cão é filhote, é muito mais sensato protegê-lo da doença do que poupá-lo destes sintomas.

É obrigatório dar a vacina contra a raiva para o meu cão?

A vacina contra a raiva anual é obrigatória por lei em todo o território brasileiro. Trata-se da forma mais eficaz de garantir o controle do vírus nos animais domésticos e nos seres humanos.

Fique atento(a) ao calendário de vacinação do seu peludo e mantenha as vacinas atualizadas. A prevenção salva vidas!

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