A cinomose canina é uma doença grave que pode prejudicar severamente a saúde e a qualidade de vida do seu peludo.

No entanto, é possível preveni-la e assim proteger seu cão de sofrer com as complicações que ela pode causar.

Neste post, vamos explicar como a cinomose é transmitida, como imunizar seu cão contra a doença, além dos sintomas e orientações em caso de suspeita de infecção. Boa leitura!

O que é a cinomose canina?

A cinomose canina é uma doença altamente contagiosa, causada por um morbilivírus pertencente à família Paramyxoviridae.
Os cães mais suscetíveis a doenças virais são aqueles com o sistema imunológico menos ativo, como os filhotes e os cães idosos.
O cachorro que não recebe o reforço anual da imunização contra a cinomose canina também pode estar suscetível a contaminação pelo vírus.
Quando a cinomose canina se instala no organismo do cão, acomete o sistema respiratório, gastrointestinal e o sistema nervoso central, causando alterações neurológicas e em alguns casos, o óbito do animal – a taxa de mortalidade é de aproximadamente 50% dos casos.

Gatos podem pegar cinomose?

Os gatos não são afetados pela cinomose, portanto, não recebem a vacinação contra o vírus da doença. A cinomose acomete apenas cães.

Como ocorre a transmissão da cinomose?

O cachorro pode se infectar pelo vírus da cinomose canina de várias maneiras:

  • Contato com secreções (nasal e ocular) de um cão doente;
  • Contato com urina e fezes infectadas;
  • Contato com casinha, cobertores e alimentos infectados.

É importante lembrar que o cachorro pode pegar cinomose canina mesmo que não haja contato direto ou próximo com um cão infectado.
É possível se contaminar ao passear em um local pelo qual passou um animal doente que eliminou o vírus pela rua, por meio de fezes ou urina, por exemplo.

Sintomas da cinomose

Geralmente, o sistema gastrointestinal é o primeiro a ser atingido. Nessa fase, o cão pode apresentar:

  • Apatia;
  • Perda de apetite;
  • Diarreia;
  • Vômito;

O sistema respiratório é acometido quando o estágio da doença avança, manifestando:

  • Secreções amareladas e densas pelos olhos e nariz.

No estágio mais avançado da cinomose canina, o cão começa a apresentar problemas neurológicos, quando o vírus já atingiu o sistema nervoso central. O cão pode apresentar:

  • Crises de convulsão;
  • Tremores musculares;
  • Paralisias;
  • Tiques nervosos;
  • Falta de coordenação;
  • Andar desorientado.

Como prevenir a cinomose canina?

A maneira mais eficaz de proteger o seu cão contra a cinomose canina é por meio da vacinação. A imunização é oferecida através das vacinas: V8 , V10 e V11.
Se o seu cão for filhote, pode tomar a vacina indicada pelo veterinário a partir dos 45 dias de vida. A vacinação é dividida em três a quatro doses com intervalos de 21 a 30 dias entre as aplicações.

O reforço da vacina contra a cinomose canina é anual com dose única. Antes de imunizar seu cão, não é indicado levá-lo a passeios.

A cinomose tem cura?

A cinomose canina ainda não tem uma cura específica, mas existem tratamentos que focam em combater os sintomas da doença, fortalecer o sistema imunológico e melhorar a qualidade de vida do animal.
Alguns cães conseguem responder positivamente ao tratamento e reverter o quadro, sem ficar com sequelas. No entanto, embora não apresente mais sinais clínicos, a doença ainda permanece no organismo do animal.

Suspeita de cinomose? Saiba o que fazer!

Caso o seu cão não tenha sido vacinado contra o vírus da cinomose canina e você suspeita que ele possa estar contaminado, busque ajuda veterinária imediatamente.
Quanto antes o tratamento se iniciar, melhor as chances de evitar sequelas graves, como as neurológicas.
Além disso, evite que o seu peludo entre em contato com outros cães ou leve-o para passear. Um cão infectado elimina o vírus pela urina, fezes e secreções até 90 dias após a infecção.
Agora que você já sabe os perigosos da cinomose canina, não espere para cuidar do seu peludo, vacine o quanto antes.

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